Parece mesmo que a onda dos blogs deu uma baixada. Fazia um bom tempo que eu não escrevia nada aqui.
Agora tem twitter e facebook, que com seus microtextos velozes deixam os blogs comendo poeira.
Isso é a maior prova do imediatismo e da pressa que nos toma hoje em dia. Antes, nos blogs, tínhamos que desenvolver um texto (tudo bem que as vezes as palavras eram simplesmente despejadas nesse caderno virtual), reler e publicar. Agora, qualquer ida a esquina já é motivo de "twittar". E não é que eu esteja reclamando não. É apenas uma constatação.
Bem, eu já aderi ao foursquare que pra mim, ao contrário de muita gente, vejo muita utilidade nessa ferramenta. É como se eu pudesse me lembrar de todos os lugares que eu estive sem ter que recorrer a minha péssima memória e não ficar decepcionado comigo mesmo quando não as acho.
No próximo eu comento um pouco da minha experiência no restaurante week de 2011.
arrivederci
Thursday, March 31, 2011
Saturday, August 15, 2009
ciclos
Essa dor é assim mesmo.
Fina e aguda...só tua
se esconder, correr, fugir...não.
ela vai estar ali, dentro do peito
E como resolver? Me conta você
Fina e aguda...só tua
se esconder, correr, fugir...não.
ela vai estar ali, dentro do peito
E como resolver? Me conta você
Wednesday, July 29, 2009
vale a pena ajudar
Muito amigo de pessoas que eu considero bastante. Vamos deixar os julgamentos de lado uma hora dessas e pensar que esse brasileiro é um cara do bem. O Gabriel (e olha que eu nem conheço ele) é uma pessoa que eu particularmente me identifico.
http://ajudegabrielbuchmann.blogspot.com/
Se alguém ler esse post e puder ajudar, o faça...
For my friends who do not understand portugues...sorry. I know that all my latest posts were in portuguese but this one in special i had to translate it.
There is a friend of people who I really care that got lost in Malawy. He is a very special human who wants to help people that is in need. So, if you can help or know someone who can, please, do it.
Abs,
http://ajudegabrielbuchmann.blogspot.com/
Se alguém ler esse post e puder ajudar, o faça...
For my friends who do not understand portugues...sorry. I know that all my latest posts were in portuguese but this one in special i had to translate it.
There is a friend of people who I really care that got lost in Malawy. He is a very special human who wants to help people that is in need. So, if you can help or know someone who can, please, do it.
Abs,
Sunday, June 14, 2009
PARA OS PARAENSES QUE AINDA AMAM BELÉM
Recebi na minha caixa de email e resolvi compartilhar...Parabéns Edgar Cardoso! Vamos expor as coisas que não prestam mesmo!!!
PARA OS PARAENSES QUE AINDA AMAM BELÉM
Belém perdeu. Nós podemos ganhar.
Belém perdeu a disputa pela Copa de 2014. Mas não foi só Manaus que venceu. Ganhou a corrupção e a incompetência administrativa. Ganharam os conchavos e a política do “primeiro eu”. E a do “primeiro os meus”. Venceu o trânsito caótico e a desorganização quase cultural em todos os setores. Venceu o “ah... deixa pra amanhã”, a falta de orientação para o trabalho e a satisfação com pouco. Ganhou a mediocridade e a falta de perspectiva, que faz todos os anos centenas de jovens universitários e recém formados irem embora de Belém, disponibilizando seus cérebros para desenvolver outros estados, outros países. Ganhou a saúde desumana e a educação ineficiente. Ganharam os carros com som alto e a música ruim, travestida de manifestação popular, quando é apenas falta de acesso ou referência. Venceu a grosseria dos atendentes. A falta de “por favor” e “obrigado”. Venceram os carros parados no meio da rua, para que seus motoristas possam falar com seus amigos na calçada, esquecendo o direito dos que aguardam atrás deles. Belém perdeu. E em primeiro lugar ficou a violência, antiga conhecida dos bairros pobres e agora já na porta, entrando nas salas em “L” dos apartamentos ricos. Ganharam as ruas esburacadas, que enchem para delírio dos ratos. Venceu a falta de creches, o abandono da infância, a prostituição infantil. Venceu o trabalho escravo doméstico, sob a roupagem de adoção de meninas do interior. Ganhou a enorme diferença social, menor apenas que o tamanho das valas a céu aberto das favelas horizontais da cidade. Ganharam os políticos caricatos e espertalhões, vindos da velha política oligárquica que só ressoa ainda nos mais afastados rincões do Brasil e seus ramais. É, Belém perdeu. Mas tem perdido há muito tempo a vergonha e ganho apenas a naturalidade cínica da indiferença. Venceu o conformismo, o jeitinho “tudo bem”. Venceu a burguesia ignorante e suas crenças no direito divino de mandar e ser servida. Mas também venceram os aproveitadores disfarçados de povo, que usam a massa para obter os privilégios que nunca tiveram. Belém perdeu. E, sobretudo, ganhou a crença de que Belém é “do cacete”, que é uma ótima cidade para morar, com povo acolhedor e amigo, o “Portal da Amazônia”. Não é. É uma cidade violenta, cara, suja, desorganizada, com alto nível de falta de educação, com poucas e mal remuneradas oportunidades de emprego e onde quem não tem um plano de saúde está perdido. Uma cidade que vive muito mais de passado que de história, ébria ainda por áureos tempos da borracha que deram às elites daqui uma patética certeza de nobreza, quando, na verdade, não passa de uma oligarquia ostentadora e interiorana. Belém perdeu. E o que vai acontecer, com toda certeza, é ficarmos mais uma vez cheios do orgulho que tiramos não sei de onde e dizer aos 4 ventos que foi por causa de uma politicagem de “não sei quem”. A típica atitude de perdedor. A forma fácil que temos de enfrentar os problemas. Belém perdeu. Porém, podemos ganhar muito com essa experiência, olhando, pela primeira vez, além do pato no tucupi, do açaí e do tacacá. Temos que perceber agora, não depois, a rota descendente em que se encontra a capital e o estado como um todo. A cidade do abandono, o estado da violência rural e do desmatamento. Temos que votar melhor, pensar mais no coletivo e não no individual. Ler mais, educar mais, trabalhar mais, reclamar mais. Chega dessa postura de rechaçar críticas por pura vaidade em nome de uma história longínqua. E cada vez mais distante, pois a história é escrita pelos vencedores. Vamos mudar Belém e o Pará começando por nossas atitudes, entendendo o direito do outro como tão importante quanto o nosso, valorizando a educação e o saber como principal patrimônio e legado. Chega de ser uma ilha, quando cada cidade hoje é global. A raiz de tudo isso, de todos os problemas, somos nós. Nós é que precisamos mudar como povo. Em 2014 não vamos sediar a Copa. Mas, com certeza, como principal cidade de uma das regiões mais importantes do Planeta, poderemos começar a ganhar o mundo.
Edgar Cardoso.
PARA OS PARAENSES QUE AINDA AMAM BELÉM
Belém perdeu. Nós podemos ganhar.
Belém perdeu a disputa pela Copa de 2014. Mas não foi só Manaus que venceu. Ganhou a corrupção e a incompetência administrativa. Ganharam os conchavos e a política do “primeiro eu”. E a do “primeiro os meus”. Venceu o trânsito caótico e a desorganização quase cultural em todos os setores. Venceu o “ah... deixa pra amanhã”, a falta de orientação para o trabalho e a satisfação com pouco. Ganhou a mediocridade e a falta de perspectiva, que faz todos os anos centenas de jovens universitários e recém formados irem embora de Belém, disponibilizando seus cérebros para desenvolver outros estados, outros países. Ganhou a saúde desumana e a educação ineficiente. Ganharam os carros com som alto e a música ruim, travestida de manifestação popular, quando é apenas falta de acesso ou referência. Venceu a grosseria dos atendentes. A falta de “por favor” e “obrigado”. Venceram os carros parados no meio da rua, para que seus motoristas possam falar com seus amigos na calçada, esquecendo o direito dos que aguardam atrás deles. Belém perdeu. E em primeiro lugar ficou a violência, antiga conhecida dos bairros pobres e agora já na porta, entrando nas salas em “L” dos apartamentos ricos. Ganharam as ruas esburacadas, que enchem para delírio dos ratos. Venceu a falta de creches, o abandono da infância, a prostituição infantil. Venceu o trabalho escravo doméstico, sob a roupagem de adoção de meninas do interior. Ganhou a enorme diferença social, menor apenas que o tamanho das valas a céu aberto das favelas horizontais da cidade. Ganharam os políticos caricatos e espertalhões, vindos da velha política oligárquica que só ressoa ainda nos mais afastados rincões do Brasil e seus ramais. É, Belém perdeu. Mas tem perdido há muito tempo a vergonha e ganho apenas a naturalidade cínica da indiferença. Venceu o conformismo, o jeitinho “tudo bem”. Venceu a burguesia ignorante e suas crenças no direito divino de mandar e ser servida. Mas também venceram os aproveitadores disfarçados de povo, que usam a massa para obter os privilégios que nunca tiveram. Belém perdeu. E, sobretudo, ganhou a crença de que Belém é “do cacete”, que é uma ótima cidade para morar, com povo acolhedor e amigo, o “Portal da Amazônia”. Não é. É uma cidade violenta, cara, suja, desorganizada, com alto nível de falta de educação, com poucas e mal remuneradas oportunidades de emprego e onde quem não tem um plano de saúde está perdido. Uma cidade que vive muito mais de passado que de história, ébria ainda por áureos tempos da borracha que deram às elites daqui uma patética certeza de nobreza, quando, na verdade, não passa de uma oligarquia ostentadora e interiorana. Belém perdeu. E o que vai acontecer, com toda certeza, é ficarmos mais uma vez cheios do orgulho que tiramos não sei de onde e dizer aos 4 ventos que foi por causa de uma politicagem de “não sei quem”. A típica atitude de perdedor. A forma fácil que temos de enfrentar os problemas. Belém perdeu. Porém, podemos ganhar muito com essa experiência, olhando, pela primeira vez, além do pato no tucupi, do açaí e do tacacá. Temos que perceber agora, não depois, a rota descendente em que se encontra a capital e o estado como um todo. A cidade do abandono, o estado da violência rural e do desmatamento. Temos que votar melhor, pensar mais no coletivo e não no individual. Ler mais, educar mais, trabalhar mais, reclamar mais. Chega dessa postura de rechaçar críticas por pura vaidade em nome de uma história longínqua. E cada vez mais distante, pois a história é escrita pelos vencedores. Vamos mudar Belém e o Pará começando por nossas atitudes, entendendo o direito do outro como tão importante quanto o nosso, valorizando a educação e o saber como principal patrimônio e legado. Chega de ser uma ilha, quando cada cidade hoje é global. A raiz de tudo isso, de todos os problemas, somos nós. Nós é que precisamos mudar como povo. Em 2014 não vamos sediar a Copa. Mas, com certeza, como principal cidade de uma das regiões mais importantes do Planeta, poderemos começar a ganhar o mundo.
Edgar Cardoso.
Monday, April 06, 2009
as coisas tão mais lindas
Entre as coisas mais lindas que eu conheci
Só reconheci suas cores belas quando eu te vi
Entre as coisas bem-vindas que já recebi
Eu reconheci minhas cores nela e então eu me vi
Está em cima com o céu e o luar
Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas
E séculos, milênios que vão passar
Água-marinha põe estrelas no mar
Praias, baías, braços, cabos, mares, golfos
E penínsulas e oceanos que não vão secar
E as coisas lindas são mais lindas
Quando você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas
Porque você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas
soundtrack: a própria música
Só reconheci suas cores belas quando eu te vi
Entre as coisas bem-vindas que já recebi
Eu reconheci minhas cores nela e então eu me vi
Está em cima com o céu e o luar
Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas
E séculos, milênios que vão passar
Água-marinha põe estrelas no mar
Praias, baías, braços, cabos, mares, golfos
E penínsulas e oceanos que não vão secar
E as coisas lindas são mais lindas
Quando você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas
Porque você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas
soundtrack: a própria música
Monday, March 16, 2009
menino...
Menino do Rio
Calor que provoca arrepio
Dragão tatuado no braço
Calção corpo aberto no espaço
Coração, de eterno flerte
Adoro ver-te...
Menino vadio
Tensão flutuante do Rio
Eu canto prá Deus
Proteger-te...
O Hawaí, seja aqui
Tudo o que sonhares
Todos os lugares
As ondas dos mares
Pois quando eu te vejo
Eu desejo o teu desejo...
Menino do Rio
Calor que provoca arrepio
Toma esta canção
Como um beijo...
Menino do Rio
Calor que provoca arrepio
Dragão tatuado no braço
Calção corpo aberto no espaço
Coração, de eterno flerte
Adoro ver-te...
Menino vadio
Tensão flutuante do Rio
Eu canto prá Deus
Proteger-te...
O Hawaí, seja aqui
Tudo o que sonhares
Todos os lugares
As ondas dos mares
Pois quando eu te vejo
Eu desejo o teu desejo...
Calor que provoca arrepio
Dragão tatuado no braço
Calção corpo aberto no espaço
Coração, de eterno flerte
Adoro ver-te...
Menino vadio
Tensão flutuante do Rio
Eu canto prá Deus
Proteger-te...
O Hawaí, seja aqui
Tudo o que sonhares
Todos os lugares
As ondas dos mares
Pois quando eu te vejo
Eu desejo o teu desejo...
Menino do Rio
Calor que provoca arrepio
Toma esta canção
Como um beijo...
Menino do Rio
Calor que provoca arrepio
Dragão tatuado no braço
Calção corpo aberto no espaço
Coração, de eterno flerte
Adoro ver-te...
Menino vadio
Tensão flutuante do Rio
Eu canto prá Deus
Proteger-te...
O Hawaí, seja aqui
Tudo o que sonhares
Todos os lugares
As ondas dos mares
Pois quando eu te vejo
Eu desejo o teu desejo...
Tuesday, December 16, 2008
gotas
Tardou, mas acabou chegando. Era fina, doída, e caía aos poucos. A previsão não esperava e nem o mais experiente oráculo poderia, apesar de existirem algumas nuvens prematuramente carregadas. Em outros tempos, o guarda chuva estaria com ele mas ultimamente este companheiro vinha sendo encostado carinhosamente atrás da porta ao sair.
As vezes, é possível dizer quando vai chover. Na maioria é mais difícil, é verdade, mas em todos, o melhor é sempre sair esperando a chuva. E aquele companheiro retorna aos passeios novamente...
E assim, foi que chovi depois de muito tempo...
As vezes, é possível dizer quando vai chover. Na maioria é mais difícil, é verdade, mas em todos, o melhor é sempre sair esperando a chuva. E aquele companheiro retorna aos passeios novamente...
E assim, foi que chovi depois de muito tempo...
Monday, November 10, 2008
lago
e ele pulou, e sentindo uma ligeira falta de oxigênio, viu que o azul que não parecia tão longe lá de baixo, havia se tornado um destino inalcançável. Pelo menos ele pode sentir as transparentes gotas de água no corpo que o fez pensar, que para ele, a superfície do lago ainda era o seu céu...
Friday, November 07, 2008
la mar
Em uma certa hora ela vem...Pode demorar, mas ela sempre vem...não me preocupo, posso até saber a hora exata, mas prefiro deixar que ela venha meio de forma não esperada...e ela vem vem vem....
e ela chega, fica um tempo e como determinado, mas iludidamente não esperado, ela vai...sabia, não queria lembrar dessa parte do fenômeno...e ela vai...vejo ela diminuir no horizonte mais uma vez...e ela vai...
me apego e me desapego todo dia...Mas eu sei que ela sempre volta...
soundtrack: Jack Johnson - Constellations
e ela chega, fica um tempo e como determinado, mas iludidamente não esperado, ela vai...sabia, não queria lembrar dessa parte do fenômeno...e ela vai...vejo ela diminuir no horizonte mais uma vez...e ela vai...
me apego e me desapego todo dia...Mas eu sei que ela sempre volta...
soundtrack: Jack Johnson - Constellations
Saturday, October 11, 2008
sede é tudo
a partir de hoje, para dar certa dinâmica a esse espaço, vou começar a utiliza-lo como um mural de frases interessantes. Não necessariamente no corpo do post...
Como a minha memória anda péssima, vou usar essas frases pra lembrar do meu estado de espírito em certas ocasiões.
Esse título mereceria um post só dele, mas não quero meter os pés pelas mãos escrevendo (desabafando...) sobre tal assunto.
Soundtrack: Mojave 3 - Bluebird of Happiness
Como a minha memória anda péssima, vou usar essas frases pra lembrar do meu estado de espírito em certas ocasiões.
Esse título mereceria um post só dele, mas não quero meter os pés pelas mãos escrevendo (desabafando...) sobre tal assunto.
Soundtrack: Mojave 3 - Bluebird of Happiness
Sunday, October 05, 2008
musica, musica, musica...
A franja na encosta
Cor de laranja
Capim rosa chá
O mel desses olhos luz
Mel de cor ímpar
O ouro ainda não bem verde da serra
A prata do trem
A lua e a estrela
Anel de turquesa
Os átomos todos dançam
Madruga
Reluz neblina
Crianças cor de romã
Entram no vagão
O oliva da nuvem chumbo
Ficando
Pra trás da manhã
E a seda azul do papel
Que envolve a maçã
As casas tão verde e rosa
Que vão passando ao nos ver passar
Os dois lados da janela
E aquela num tom de azul
Quase inexistente, azul que não há
Azul que é pura memória de algum lugar
Teu cabelo preto
Explícito objeto
Castanhos lábios
Ou pra ser exato
Lábios cor de açaí
E aqui, trem das cores
Sábios projetos:
Tocar na central
E o céu de um azul
Celeste celestial
Soundtrack: ela mesma...
Cor de laranja
Capim rosa chá
O mel desses olhos luz
Mel de cor ímpar
O ouro ainda não bem verde da serra
A prata do trem
A lua e a estrela
Anel de turquesa
Os átomos todos dançam
Madruga
Reluz neblina
Crianças cor de romã
Entram no vagão
O oliva da nuvem chumbo
Ficando
Pra trás da manhã
E a seda azul do papel
Que envolve a maçã
As casas tão verde e rosa
Que vão passando ao nos ver passar
Os dois lados da janela
E aquela num tom de azul
Quase inexistente, azul que não há
Azul que é pura memória de algum lugar
Teu cabelo preto
Explícito objeto
Castanhos lábios
Ou pra ser exato
Lábios cor de açaí
E aqui, trem das cores
Sábios projetos:
Tocar na central
E o céu de um azul
Celeste celestial
Soundtrack: ela mesma...
Tuesday, September 30, 2008
retorno ?
já me perguntaram se eu tinha perdido a minha caneta (aquela que eu carrego graças a minha boa memória), se não achava mais nada interessante ou se eu estava pensando em fazer um suspense mesmo.
Resolvi desviar o foco da minha não escrita pra um assunto que eu acredito ser bastante importante, principalmente agora que estamos chegando no período das eleições. Política e Voto!
A intenção desse blog nunca foi ser politicamente correto, se me permitem o trocadilho, por isso acho que posso falar de coisas como política, religião e outras temas ditos delicados.
Primeiramente acho um insulto a inteligência dos brasileiros pessoas como Marta Suplicy e Maluf, nem quero comentar sobre os vereadores, terem a ousadia de se candidatarem. Estou falando desses candidatos por estar morando em São Paulo e por ter acompanhado algumas das baboseiras que eles já fizeram pra São Paulo e pro Brasil. Custa a galera não votar mais em pessoas que não fizeram o plano de trabalho ou por terem ROUBADO uma grana do governo. E olha que pra saber disso não é preciso ser investigador, tá aí pra quem quiser ver é só acessar alguns sites como portaltransparencia , transparencia . Esse é realmente muito interessante apresenta a 'evolução patrimonial' do candidato.
Com esse tipo de atitude, acredito que eles iam começar a tentar assaltar bancos, traficar drogas ou coisas parecidas porque veriam que se candidatar não adiantava mais.
Infelizmente ainda não transferi meu título pra cá pra sampa, ou seja, vou ter que justificar meu voto. Para quem pode votar, deem uma olhada nesses sites e reflitam um pouco...
trilha sonora: almanaque - chico buarque
Resolvi desviar o foco da minha não escrita pra um assunto que eu acredito ser bastante importante, principalmente agora que estamos chegando no período das eleições. Política e Voto!
A intenção desse blog nunca foi ser politicamente correto, se me permitem o trocadilho, por isso acho que posso falar de coisas como política, religião e outras temas ditos delicados.
Primeiramente acho um insulto a inteligência dos brasileiros pessoas como Marta Suplicy e Maluf, nem quero comentar sobre os vereadores, terem a ousadia de se candidatarem. Estou falando desses candidatos por estar morando em São Paulo e por ter acompanhado algumas das baboseiras que eles já fizeram pra São Paulo e pro Brasil. Custa a galera não votar mais em pessoas que não fizeram o plano de trabalho ou por terem ROUBADO uma grana do governo. E olha que pra saber disso não é preciso ser investigador, tá aí pra quem quiser ver é só acessar alguns sites como portaltransparencia , transparencia . Esse é realmente muito interessante apresenta a 'evolução patrimonial' do candidato.
Com esse tipo de atitude, acredito que eles iam começar a tentar assaltar bancos, traficar drogas ou coisas parecidas porque veriam que se candidatar não adiantava mais.
Infelizmente ainda não transferi meu título pra cá pra sampa, ou seja, vou ter que justificar meu voto. Para quem pode votar, deem uma olhada nesses sites e reflitam um pouco...
trilha sonora: almanaque - chico buarque
Sunday, August 10, 2008
Sunday, July 27, 2008
adaptação
Sei que o que vou escrever aqui, vai bater bem no peito de alguns conterrâneos mas...paciência.
Sempre ouvi reclamações do tipo: "São Paulo é uma merda. Engarrafamento, cidade cinza, sem praia e patati patatá". Primeiramente, não acho legal as pessoas ficarem metendo o pau em qualquer na cidade que não é a sua. Parece a propaganda das havaianas que o argentino resolve meter o pau no Brasil. Mesmo não sendo lá aquelas coisas, não gostamos de ver outras pessoas metendo o bedelho no que nós consideramos, pelo menos a maioria, raízes.
Entendo que existem pessoas que tem mais dificuldades em se adaptar, em enfrentar novas situações e cenários, no entanto não acho que a reclamação seja uma saída. Aliás, acho que é a pior delas. Em vez de ficar reclamando, levanta a bunda do sofá, pára de ficar assistindo faustão no domingo e vai ver o que de bom a cidade tem a oferecer. E posso garantir, São Paulo tem um mol de coisas interessantes para se fazer. Desde visitar museus e exposições, ir a ótimas livrarias, assistir as inúmeras peças e filmes em cartaz que só devem ser exibidos por essas bandas. Dá até pra fugir um pouco do cinza de Sampa indo visitar alguns dos parques que tem por aqui (Parque da Aclimação, Ibirapuera, Villa Lobos,...)
Tomou? (Aqueles bichinhos da Parmalat eram ótimos.)
Sempre ouvi reclamações do tipo: "São Paulo é uma merda. Engarrafamento, cidade cinza, sem praia e patati patatá". Primeiramente, não acho legal as pessoas ficarem metendo o pau em qualquer na cidade que não é a sua. Parece a propaganda das havaianas que o argentino resolve meter o pau no Brasil. Mesmo não sendo lá aquelas coisas, não gostamos de ver outras pessoas metendo o bedelho no que nós consideramos, pelo menos a maioria, raízes.
Entendo que existem pessoas que tem mais dificuldades em se adaptar, em enfrentar novas situações e cenários, no entanto não acho que a reclamação seja uma saída. Aliás, acho que é a pior delas. Em vez de ficar reclamando, levanta a bunda do sofá, pára de ficar assistindo faustão no domingo e vai ver o que de bom a cidade tem a oferecer. E posso garantir, São Paulo tem um mol de coisas interessantes para se fazer. Desde visitar museus e exposições, ir a ótimas livrarias, assistir as inúmeras peças e filmes em cartaz que só devem ser exibidos por essas bandas. Dá até pra fugir um pouco do cinza de Sampa indo visitar alguns dos parques que tem por aqui (Parque da Aclimação, Ibirapuera, Villa Lobos,...)
Tomou? (Aqueles bichinhos da Parmalat eram ótimos.)
Monday, July 21, 2008
drafts
"...a de serem banidas aquelas não ditas, quiçá malditas, palavras que acinzentam pensamentos e escurecem os brilhantes olhos curiosos dos passionais."
Friday, July 18, 2008
Wednesday, July 16, 2008
Wednesday, July 09, 2008
Saturday, May 31, 2008
Pretty song
O cd novo da Vanessa da Mata tá bem legal. Manteve a mesma linha do primeiro, com um certo grau de evolução nas melodias.
Faixas como Amado, Minha Herança: Uma flor, Fugiu com a novela, Quem irá nos proteger, Ilegais dão o tom "supimpa" do cd.
Hasta
Amado
Vanessa Da Mata
Composição: Vanessa da Mata
Como pode ser gostar de alguém
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr do sol, postal, mais ninguém
Peço tanto a Deus
Para esquecer
Mas só de pedir me lembro
Minha linda flor
Meu jasmim será
Meus melhores beijos serão seus
Sinto que você é ligado a mim
Sempre que estou indo, volto atrás
Estou entregue a ponto de estar sempre só
Esperando um sim ou nunca mais
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Sinto absoluto o dom de existir, não há solidão, nem pena
Nessa doação, milagres do amor
Sinto uma extensão divina
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Quero dançar com você
Dançar com você
Quero dançar com você
Dançar com você
Faixas como Amado, Minha Herança: Uma flor, Fugiu com a novela, Quem irá nos proteger, Ilegais dão o tom "supimpa" do cd.
Hasta
Amado
Vanessa Da Mata
Composição: Vanessa da Mata
Como pode ser gostar de alguém
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr do sol, postal, mais ninguém
Peço tanto a Deus
Para esquecer
Mas só de pedir me lembro
Minha linda flor
Meu jasmim será
Meus melhores beijos serão seus
Sinto que você é ligado a mim
Sempre que estou indo, volto atrás
Estou entregue a ponto de estar sempre só
Esperando um sim ou nunca mais
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Sinto absoluto o dom de existir, não há solidão, nem pena
Nessa doação, milagres do amor
Sinto uma extensão divina
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Quero dançar com você
Dançar com você
Quero dançar com você
Dançar com você
Thursday, May 15, 2008
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